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Grão-de-Bico: pesquisa vai subsidiar ações de fomento ao consumo

Publicado 21/10/2020 às 09:46

Dimensionar e analisar sob diferentes ângulos o consumo de grão-de-bico no Brasil foi o objetivo da pesquisa, realizada pela Embrapa Hortaliças (Brasília-DF) em parceria com o Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe). No período de 1º a 10 de outubro, 9.679 consumidores distribuídos em todo o País responderam ao questionário, com destaque para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Bahia e Paraná, que apresentaram maiores índices de representatividade.

“Você consome ou já consumiu grão-de-bico”? Essa foi a questão que abriu a lista de perguntas da pesquisa: 87% responderam afirmativamente, contra 12% negativos. Com relação às restrições referentes ao consumo, o fator preço preponderou sobre as demais razões – 34% responderam não consumir em razão do valor cobrado, enquanto 27% não costumam incluir o grão na sua dieta alimentar e outros 13% não quiseram ou não souberam responder.

No quesito referente às receitas com grão-de bico, 76% dos respondentes registraram conhecimento de preparo, seguidos de 25% que apontaram desconhecimento. A pesquisa também sinalizou que o isolamento social ainda em curso tem influenciado o consumo de grão-de-bico.

A tabulação das respostas mostrou que a presença do alimento na mesa dos brasileiros apresentou uma redução: 45.83% costumavam, antes do isolamento, incluir semanalmente o grão-de-bico no cardápio, enquanto na atual conjuntura o consumo semanal caiu para 33.33%.

Com relação aos locais de consumo, a preferência ficou com a alternativa doméstica – 54.08% consomem em casa e 28.08% preferem restaurantes. Já para adquirir o produto, a maioria prefere os supermercados – 63.27%. Outros 26.53% se dividem entre compras on-line e/ou delivery.

Uso dos dados
Henrique Carvalho, chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia, responsável pela pesquisa e tabulação dos dados, considerou interessante o nível de conhecimento dos respondentes acerca do grão-de-bico para servir de termômetro a iniciativas que possam levar informações sobre a leguminosa. “Isso facilitará nossa abordagem para informar o consumidor que esse alimento já está mais barato nos diversos pontos de venda e que tê-lo à mesa é uma alternativa viável e nutritiva para variar o cardápio”, avalia.

Na mesma linha de argumentação, o pesquisador Warley Nascimento, chefe-geral da Embrapa Hortaliças e coordenador da pesquisa, acrescenta que nos últimos dez anos, juntamente com diversos parceiros, a Unidade tem disponibilizado várias tecnologias para a cadeia produtiva do grão-de-bico e que têm permitido alcançar boas produtividades em nosso País, reduzindo assim a importação desta leguminosa.

Entretanto, segundo ele, esse grão não é amplamente conhecido, o que resulta num consumo ainda baixo pela população, seja pelo desconhecimento e/ou pelo alto preço cobrado no varejo.

Dimensionar e analisar sob diferentes ângulos o consumo de grão-de-bico no Brasil foi o objetivo da pesquisa, realizada pela Embrapa Hortaliças (Brasília-DF) em parceria com o Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe). No período de 1º a 10 de outubro, 9.679 consumidores distribuídos em todo o País responderam ao questionário, com destaque para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Bahia e Paraná, que apresentaram maiores índices de representatividade.

“Você consome ou já consumiu grão-de-bico”? Essa foi a questão que abriu a lista de perguntas da pesquisa: 87% responderam afirmativamente, contra 12% negativos. Com relação às restrições referentes ao consumo, o fator preço preponderou sobre as demais razões – 34% responderam não consumir em razão do valor cobrado, enquanto 27% não costumam incluir o grão na sua dieta alimentar e outros 13% não quiseram ou não souberam responder.

No quesito referente às receitas com grão-de bico, 76% dos respondentes registraram conhecimento de preparo, seguidos de 25% que apontaram desconhecimento. A pesquisa também sinalizou que o isolamento social ainda em curso tem influenciado o consumo de grão-de-bico.

A tabulação das respostas mostrou que a presença do alimento na mesa dos brasileiros apresentou uma redução: 45.83% costumavam, antes do isolamento, incluir semanalmente o grão-de-bico no cardápio, enquanto na atual conjuntura o consumo semanal caiu para 33.33%.

Com relação aos locais de consumo, a preferência ficou com a alternativa doméstica – 54.08% consomem em casa e 28.08% preferem restaurantes. Já para adquirir o produto, a maioria prefere os supermercados – 63.27%. Outros 26.53% se dividem entre compras on-line e/ou delivery.

Uso dos dados
Henrique Carvalho, chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia, responsável pela pesquisa e tabulação dos dados, considerou interessante o nível de conhecimento dos respondentes acerca do grão-de-bico para servir de termômetro a iniciativas que possam levar informações sobre a leguminosa. “Isso facilitará nossa abordagem para informar o consumidor que esse alimento já está mais barato nos diversos pontos de venda e que tê-lo à mesa é uma alternativa viável e nutritiva para variar o cardápio”, avalia.

Na mesma linha de argumentação, o pesquisador Warley Nascimento, chefe-geral da Embrapa Hortaliças e coordenador da pesquisa, acrescenta que nos últimos dez anos, juntamente com diversos parceiros, a Unidade tem disponibilizado várias tecnologias para a cadeia produtiva do grão-de-bico e que têm permitido alcançar boas produtividades em nosso País, reduzindo assim a importação desta leguminosa.

Entretanto, segundo ele, esse grão não é amplamente conhecido, o que resulta num consumo ainda baixo pela população, seja pelo desconhecimento e/ou pelo alto preço cobrado no varejo. “A pesquisa junto ao consumidor vem prospectar informações relacionadas ao consumo e, consequentemente, municiar as nossas futuras ações de pesquisa, desenvolvimento e comunicação. A ideia é fomentar o hábito de os brasileiros ingerirem esse alimento”, finaliza Nascimento.

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